Apesar da revolta de alguns advogados, que geraram grande discussão no local da votação, os candidatos apoiaram a decisão do adiamento. “Prefiro acreditar que foi realmente obra do acaso”, afirmou o candidato da chapa 2 Eduardo Macedo. Para a candidata Emilia Correa, da chapa 3, o adiamento foi a melhor solução “para não criar maior insegurança”.As duas chapas da oposição chegaram a especular que o problema poderia ter sido gerado pela situação, que apóia a chapa 1 encabeçada pelo advogado Carlos Augusto. Na opinião dele, “durante toda a campanha foi assim com acusação. Nesse momento é compreensível que queiram valorizar esse fato”, afirmou.
A decisão do adiamento foi apoiada pelo presidente da OAB nacional, Cezar Britto, que veio acompanhar de perto o pleito. “Assa foi a decisão mais correta”. E acrescentou que o erro não foi gerado por má intenção. “Era um erro visível, grave seria se fosse uma alteração interna que não pudesse ser percebida”, destacou.
Apesar das explicações, alguns eleitores não viram com bons olhos o adiamento ocasionado pelo erro nas urnas. “Mostra desorganização e despreparo da OAB para realizar a eleição. Coloca em xeque até a idoneidade do órgão. E é muito constrangedor chegar e não poder votar”, afirma o advogado Alexandro Sobral
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